
Sentado à minha mesa, tenho um telefone à minha esquerda e dois celulares no bolso.
Uma bela vista na janela e a minha caneca. Daqui posso ver minha truck e praticamente sinto uma pequena porção de drogas das mais poderosas displicentemente abandonada na porta.
No fone, Alice in Chains me torna sombrio.
E vejo que na verdade não estou aqui. Estou voando em terras longíquas, com dunas e mar, morros e água. Estou atrás dela, e vou encontrar.
Enquanto procuro, aprecio a paisagem e penso por um minuto,
como é bom o efeito dessa coisa no sangue.